em Pelotas, minha cidade, um trapiche fechado para visitação na praia do Laranjal, por falta de manutenção e reparos e amparos, deu luz a uma foto de por de sol que ganhou destacada premiação internacional.
um amontoado de estatuetas de pedra em uma espécie de depósito de esculturas e enfeites exposto aos transeuntes em um dos finais da avenida mais movimentada do centro da cidade, deu origem à capa de álbum de um dos, se não for o, artista local mais importante e influente Brasil e América Latina adiante.
muitas vezes, de onde não se espera, alguém espera e consegue.
o que temos coragem de jogar fora nessa vida sem uma outra olhada?
com certeza, a partir dessa pergunta, encontraremos respostas diferentes entre a minha (que não sei, mas poderia formular ou tentar formular), a tua, a do terceiro, a da quarta e assim sucessivamente.
fotografia, assim como muitas das questões da vida, são questões de angulações e posicionamentos. ou a hora certa, quando o sol na descendente se encaixar entre os corrimãos da travessia sobre as águas.
boa semana.
12/01/2020
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