No cinza das grades da cela
Há uma luz acesa
Que brilha e é delas
Há ditaduras que borram aquarelas
Mas há os pintores, os donos das cores
De cor clandestina
Que ilumina e modifica a tela
Há flores em meio ao matagal
E primavera à beira do final
| Foto: Henrique König |
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