- o inquieto que mexe em todos os mecanismos possíveis de ar condicionado, luz, poltrona, cortina e mais nas trocentas coisas da bagagem.
- o corneteiro. Fala mal da empresa de ônibus, da empresa onde trabalha, do tempo e das cidades em que passa.
- a mãe jovem que tem trabalho para conter a criança pequena diante do micro parque de diversões.
- o casal que debate os problemas com a casa e filhos para todos ouvirem durante o trajeto.
- o tiozão que chega no segundo ronco antes de tu acertar a posição da poltrona.
- a tia sedenta por companhia, que puxa papo com seus assuntos familiares e que telefona alguma vezes para os parentes em busca de mais novidades e pedindo para a esperarem na rodoviária.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
Há dias em que naturalmente estou abatido. E há dias que naturalmente me abatem.
-
Eu tentei ficar impassível, mas não consegui. Não consegui ficar impassível às fotos das crianças desaparecidas que voltam a estampar caixas...
-
A linha tênue entre enjoar e esquecer.
-
Já não me cobro mais velocidade ou desempenho, mas os demais e a sociedade me cobram. Posso mandá-los às favas? Posso?
-
A máquina se torna humano Humano se torna máquina A máquina é programada O ser humano é descartado
-
Não se apaixonou mais, nem precisou conviver mais com desequilíbrios emocionais descabidos. Sorriu a isso. Mas meio amarelo. Meio, pela meta...
-
Consigo sentir Quintana Que não me engana Me aconselha Ou ao menos ergue a sobrancelha Consigo sentir Quintana em cada passo Que eu galgo ...
-
Cansei. E deixarei de legado muito menos do que se não tivessem me cansado.
-
Onde joga meu time estarão eu e meu futuro.
-
Por vezes não sinto saudade de como era o mundo, mas de como eu era inocente ao contemplá-lo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário