Jair Filósofo
17/04/2014
O Fim do Mundo
O fim do mundo é meu quintal
Eu saio, brinco, volto e não é tão mau
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Há dias em que naturalmente estou abatido. E há dias que naturalmente me abatem.
(nenhum título)
Eu tentei ficar impassível, mas não consegui. Não consegui ficar impassível às fotos das crianças desaparecidas que voltam a estampar caixas...
(nenhum título)
Consigo sentir Quintana Que não me engana Me aconselha Ou ao menos ergue a sobrancelha Consigo sentir Quintana em cada passo Que eu galgo ...
(nenhum título)
A linha tênue entre enjoar e esquecer.
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Já não me cobro mais velocidade ou desempenho, mas os demais e a sociedade me cobram. Posso mandá-los às favas? Posso?
(nenhum título)
A máquina se torna humano Humano se torna máquina A máquina é programada O ser humano é descartado
(nenhum título)
Não se apaixonou mais, nem precisou conviver mais com desequilíbrios emocionais descabidos. Sorriu a isso. Mas meio amarelo. Meio, pela meta...
(nenhum título)
Cansei. E deixarei de legado muito menos do que se não tivessem me cansado.
(nenhum título)
Onde joga meu time estarão eu e meu futuro.
(nenhum título)
Por vezes não sinto saudade de como era o mundo, mas de como eu era inocente ao contemplá-lo.
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